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segunda-feira, 9 de maio de 2016

Imagens do Cérebro


Imagens de The Virtual Hospital
http://www.vh.org/Providers/Textbooks/BrainAnatomy/BrainAnatomy.html
(todos os erros de rotulagem são meus)


Antes do século XX, havia apenas uma maneira de ver o cérebro: Abrindo o crânio. É claro, com a assistência de um médico artista talentoso ou, depois, de um bom fotógrafo, isso nos providenciava com uma visão particularmente boa. Na maior parte do tempo, todavia, requiria que o paciente estivesse morto! Por sorte, nós temos agora um bom número de técnicas de imagem que nos permite ver o que está acontecendo no cérebro de um ser humano vivo.

Raios-X foram as primeiras coisas usadas para ver um cérebro vivo. Apesar de alguns detalhes serem visíveis, a natureza do cérebro não permite que ele seja um bom voluntário à raios-X. A tomografia ou CAT scan envolve uma larga série de raios-x de vários ângulos, e então os combinar num computador para criar uma imagem tridimensional. A imagem pode ser disponibilizada e manipulada na tela do computador.

O TEP ou PET (tomografia por emissão de pósitrons) funciona assim: O doutor injeta glicose radioativa ("água doce") na corrente sanguínea do paciente. O aparelho então detecta o nível de atividade relativa - ou seja, o uso da glicose - em diferentes áreas do cérebro. O computador gera uma imagem que permite que os pesquisadores digam que partes do cérebro são mais ativas quando efetuamos uma variedade de operações mentais, seja elas olhar para algo, contar em voz auta, imaginar algo ou ouvir música!

A ressonância magnética (MRI ou magnetic resonance imaging) funciona assim: Você cria um campo magnética muito forte que percorre a pessoa dos pés à cabeça. Isso faz com que os átomos de hidrogênio circulantes no corpo da pessoa se alinhem com o campo magnético. Então você envia um pulso de rádio numa frequência especial que faz com que os prótons do hidrogênio girem numa direção diferente. Quando você desliga o pulso de rádio, os prótons voltam a se alinhar com o campo magnético, e liberam a energia extra que eles pegaram do pulso de rádio. Essa energia é resgatada pela mesma bobina que produziu a energia, agora agindo como uma antena tridimensional. Visto que diferentes tecidos tem quantidades relativamente diferentes de hidrogênio, eles dão uma densidade diferente de sinais de energia, que o computador reconhece e organiza numa imagem tridimensional. Essa imagem é quase tão detalhada como uma fotografia anatômica!

Autor: Dr. C. George Boeree

Texto original: http://webspace.ship.edu/cgboer/thebrain.html

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